quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

2012 Inversão dos Pólos pode levar o mundo a acabar...

 



 Com a chegada de 2012 e a NASA informado que o sol terá nesse ano seu MÁXIMO 
PICO  de atividade, uma explosão da coroa solar pode trazer sérios problemas para a terra... 
  Uma ejeção de massa coronal vinda em nossa direção geraria episódios catastróficos.  

 

Alerta! Enorme buraco coronal na superfície do sol registrado em 13 de janeiro 2012


Buraco Coronal - crédito: NASA

O Observatório Dinâmico Solar da NASA, está monitorando um “corte escuro na atmosfera do Sol”, um buraco coronal imenso. A mancha escura pode ser observada na imagem em Ultra Violeta capturada em 13 janeiro de 2012.

Buracos coronais são lugares onde o campo magnético do Sol se abre e permite que o vento solar escape. Este buraco tem cerca de 120.000 km de largura e mais de um milhão de quilômetros de comprimento. O vento solar flui da abertura, desde abismo escuro da coroa solar e irá atingir a Terra em 16 ou 17 de janeiro de 2012, possivelmente provocando auroras para os observadores de alta latitude-céu.

Estes rasgos na supercície do Sol podem contribuir para a ocorrência de grandes explosões solares e CMEs (Ejeções de Massa Coronal) significativas. O buraco coronal esta de frente para a Terra. Os ventos solares têm tendencia a aumentar sua velocidade nestas condições.

Estamos atentos ...


  UMA POSSÍVEL INVERSÃO DOS POLOS DA TERRA QUE PODE OCORRER EM 2012
Editora Globo
Pássaros voando desorientados. Mudanças climáticas imprevisíveis. Radiação solar capaz de fritar aparelhos eletrônicos e sistemas de comunicação e nos causar sérias doenças de pele. Esse pode ser um cenário apocalíptico causado pela simples inversão dos polos magnéticos da Terra — o norte vira sul e o sul vira norte. E isso já aconteceu várias vezes ao longo da história, em intervalos que variaram de 10 mil até 50 milhões de anos. O evento, que se relaciona à extinção em massa de espécies, pode voltar a ocorrer. “Desde 1840, temos visto uma queda na força do campo magnético, e as inversões acontecem justamente quando essa força está em seu valor mínimo”, afirma Ricardo Trindade, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.

As mudanças dos polos ocorrem devido a turbulências imprevisíveis no núcleo terrestre. Ao enfraquecer o campo magnético do planeta, elas nos deixam mais vulneráveis aos ventos solares, a tal radiação emitida pelo sol, e estragam nossos sistemas de satélite e telecomunicações. Alguns cientistas acham as previsões exageradas. Felizmente, elas devem, no mínimo, demorar. Segundo Trindade, o campo pode levar até 10 mil anos para alcançar sua intensidade mais fraca e levar à inversão polar. Até lá, já poderemos ter sido extintos de outras maneiras e não sentiremos falta do celular.

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